Gestão pela Qualidade Total

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A Qualidade Total começa em estabelecer as condições ideais para que a produção da saúde de alta performance possa acontecer no menor tempo possível e com o máximo de satisfação de todos os públicos. Isso é feito pelo INASE através do gerenciamento para melhorar e do gerenciamento para manter. A excelência começa pela definição das metas. A partir daí, os gestores identificam os processos que precisam ser implantados ou corrigidos para que a meta seja atingida, quais são os indicadores de desempenho relacionados e quais são as causas primordiais que impedem o sucesso. Um Plano de Ação é traçado e então executado. Se a meta for alcançada, então as novas tarefas de cada processo se tornam o protocolo operacional padrão. O INASE realiza ainda algumas importantes atividades para garantir a continuidade da excelência no dia a dia. Tudo isso é feito pelo Núcleo de Qualidade Total do INASE, que também é responsável por atingir e manter os indicadores de custo, qualidade, segurança e tempo em todos os setores. A criação do Núcleo de Qualidade Total foi um passo decisivo para a conquista de cada um dos objetivos, e é responsável ainda pelo surgimento de Grupos de Solução de Problemas (presentes em cada unidade para resolver questões de infraestrutura) e pela execução do planejamento estratégico e de investimentos diversos, com ênfase na produtividade e democratização das informações. A Gestão pela Qualidade Total realizada pelo INASE, atualmente, é considerada modelo na saúde pública.


Planos e Projetos


  • Plano de Expansão, para obter e aplicar recursos em investimentos assistenciais, tecnológicos e de apoio;
  • Plano de Investimentos, complementar ao Plano de Expansão;
  • Plano Institucional de Redução de Desperdícios;
  • Plano Institucional de Melhora do Desempenho Assistencial;
  • Política de Assistência Integral ao Paciente;
  • Programa da Qualidade Total;
  • Projeto de Ampliação da Assistência aos Pacientes;
  • Plano de Gerenciamento por Objetivos;
  • Plano de Estruturação de Áreas de Apoio;
  • Plano de Racionalização dos Níveis Hierárquicos, onde se estabelecem chefias setoriais e intermediárias que otimizem os processos e priorizem investimentos em infraestrutura básica;
  • Plano de Mobilização Gerencial para a Qualidade;
  • Capacitação de Recursos Humanos.

Garantindo o sucesso


  • Uso de consultoria externa, para assessorar na definição da estratégia de implantação e antes de iniciar o gerenciamento da rotina;
  • Benchmarking;
  • Ciclos de Palestras Internas;
  • Cursos Internos voltados para a reciclagem técnica de todos os colaboradores das unidades, visando aprofundar o nível de conhecimento sobre o método;
  • Ações nas áreas de apoio administrativo-operacional e engenharia clínica, obedecendo as suas linhas principais: promoção e divulgação; educação e treinamento;
  • Crescimento do ser humano;
  • Gerenciamento da rotina, pelas diretrizes, por objetivos e garantia da qualidade.

São realizados ainda, na unidade, seminários periódicos e oficinas de trabalho para avaliar o andamento dos trabalhos e apresentação dos resultados dos seus trabalhos para o público interno e o externo.